Meu comentário sobre o livro DIREITO À TERNURA!!!
Autor: Luis Carlos Restrepo
Livro: O Direito á Ternura
Imprensa: Petrópolis, R 1- Brasil. Editora Vozes - 1998
110 páginas
Direito á Ternura
Um livro que o próprio título já deixa uma curiosidade para todos que escutam o “Direito à Ternura”, escrito por Luiz Carlos Restrepo, um colombiano que pensa em um direito bem diferente aos direitos tratados pelo mundo, o direito à paz, á ternura.
O mundo vive correndo em busca de grandes sucessos, de direitos “comuns”, leis, direito a emprego, educação, à democracia. Mas esse mesmo mundo anda velozmente para trás, pois esquece que todo ser humano necessita de amor, de amizade, de igualdade, de mais sentimento, de ternura para viver bem.
Restrepo trata em seu livro de uma forma muito interessante esse assunto, tanto nas palavras como também nas entrelinhas, dá um novo olhar para a sociedade e seus direitos.
A cada capítulo o autor coloca uma nova conclusão. Mesmo com uma linguagem que exige maior atenção de cada leitor, ela pode ser interpretada por todos.
Restrepo escreve em seu livro um pouco do direito à ternura que falta ser “entendido” pelas pessoas. Suas palavras não são simples, seu modo de escrever pode levar o leitor a querer desistir da leitura pela complicação em seus capítulos. Mas com calma e tempo consegue-se uma boa, agradável e necessária leitura.
Uma leitura que muda a opinião de qualquer pessoa ao terminar essas 110 páginas de uma boa aula de direito, direito de algo terno, bonito, necessário em nosso meio. Uma vez que é um livro muito complexo e de difícil entendimento, restrepo consegue mesmo assim transmitir sua mensagem à todos.
Luis Carlos Restrepo fala sobre a escola e a sociedade, um pouco sobre a família e tenta resgatar a afetividade que deveria permear as relações ‘interpessoais’, mas que andam meio esquecidas neste mundo tão moderno, tão corrido e tão científico. Coloca que todos os tipos relacionamentos se baseiam na dependência e na singularidade.
O autor ainda revela que é impossível existir essa tão proclamada independência, pois estar ao lado de alguém, confiar e dividir é essencialmente, depender. Entretanto ele ainda explica que é necessário, é “obrigatório” se respeitar e manter a singularidade e a “independência” do outro, afinal, foi por ele ser quem ele é que houve o desejo inicial. Se essas duas coisas, a dependência e individualidade, conseguirem coexistir, haverá ternura e um relacionamento saudável.
Além de muita ternura em suas conclusões, percebe-se que o autor mostra que a sociedade luta pela individualidade, a liberdade, porém quando encontra uma pessoa a qual se identifica a prende, podemos dizer assim, esquece-se da necessidade individual de cada pessoa. A ternura é isso, é viver o seu eu, o do outro e saber respeitar onde é o limite de cada um.
Restrepo também busca recuperar a ternura e a afetividade na escola além da sociedade, sabendo que é na escola que a criança e o adolescente aprendem mais e passam o maior tempo de suas vidas, na educação pedagógica faz com que professores mostrem que além da matemática, do português existe a necessidade da mais importante matéria, a educação para a vida dos sentimentos humanos, ou seja, trazer para dentro de sala de aula a ternura, o amor, o ensino de liberdade e necessidade... Direitos os quais, há muito tempo já estão excluídos da sociedade pela necessidade científica e moderna de viver.
Por fim, conclui-se que, não podemos perder o ser humano de vista, temos que viver o ser, sentir o humano, amar a pessoa, mas lembrar que ela é um ser individual, que mesmo assim necessita de um outro ser, outros seres, necessita de uma sociedade, de um círculo de amizades, necessita de direitos e entre esses, necessita de TERNURA.
O mundo pós-moderno em que vivemos nos faz esquecer de valores importantes, pois nos faz correr e agir, nos esquecendo assim que existem valores mais caros do que o de um bom carro, valores humanos que estão sendo perdidos no mundo, necessitamos de resgatar o fio da meada e recuperar o ser que existe em cada humano. Seja amável, mas não bobo, procure seus direitos, mas não esqueça o do outro, seja terno e deseje ternura, distribua alegria, mas acolha uma lágrima...
Autor: Luis Carlos Restrepo
Livro: O Direito á Ternura
Imprensa: Petrópolis, R 1- Brasil. Editora Vozes - 1998
110 páginas
Direito á Ternura
Um livro que o próprio título já deixa uma curiosidade para todos que escutam o “Direito à Ternura”, escrito por Luiz Carlos Restrepo, um colombiano que pensa em um direito bem diferente aos direitos tratados pelo mundo, o direito à paz, á ternura.
O mundo vive correndo em busca de grandes sucessos, de direitos “comuns”, leis, direito a emprego, educação, à democracia. Mas esse mesmo mundo anda velozmente para trás, pois esquece que todo ser humano necessita de amor, de amizade, de igualdade, de mais sentimento, de ternura para viver bem.
Restrepo trata em seu livro de uma forma muito interessante esse assunto, tanto nas palavras como também nas entrelinhas, dá um novo olhar para a sociedade e seus direitos.
A cada capítulo o autor coloca uma nova conclusão. Mesmo com uma linguagem que exige maior atenção de cada leitor, ela pode ser interpretada por todos.
Restrepo escreve em seu livro um pouco do direito à ternura que falta ser “entendido” pelas pessoas. Suas palavras não são simples, seu modo de escrever pode levar o leitor a querer desistir da leitura pela complicação em seus capítulos. Mas com calma e tempo consegue-se uma boa, agradável e necessária leitura.
Uma leitura que muda a opinião de qualquer pessoa ao terminar essas 110 páginas de uma boa aula de direito, direito de algo terno, bonito, necessário em nosso meio. Uma vez que é um livro muito complexo e de difícil entendimento, restrepo consegue mesmo assim transmitir sua mensagem à todos.
Luis Carlos Restrepo fala sobre a escola e a sociedade, um pouco sobre a família e tenta resgatar a afetividade que deveria permear as relações ‘interpessoais’, mas que andam meio esquecidas neste mundo tão moderno, tão corrido e tão científico. Coloca que todos os tipos relacionamentos se baseiam na dependência e na singularidade.
O autor ainda revela que é impossível existir essa tão proclamada independência, pois estar ao lado de alguém, confiar e dividir é essencialmente, depender. Entretanto ele ainda explica que é necessário, é “obrigatório” se respeitar e manter a singularidade e a “independência” do outro, afinal, foi por ele ser quem ele é que houve o desejo inicial. Se essas duas coisas, a dependência e individualidade, conseguirem coexistir, haverá ternura e um relacionamento saudável.
Além de muita ternura em suas conclusões, percebe-se que o autor mostra que a sociedade luta pela individualidade, a liberdade, porém quando encontra uma pessoa a qual se identifica a prende, podemos dizer assim, esquece-se da necessidade individual de cada pessoa. A ternura é isso, é viver o seu eu, o do outro e saber respeitar onde é o limite de cada um.
Restrepo também busca recuperar a ternura e a afetividade na escola além da sociedade, sabendo que é na escola que a criança e o adolescente aprendem mais e passam o maior tempo de suas vidas, na educação pedagógica faz com que professores mostrem que além da matemática, do português existe a necessidade da mais importante matéria, a educação para a vida dos sentimentos humanos, ou seja, trazer para dentro de sala de aula a ternura, o amor, o ensino de liberdade e necessidade... Direitos os quais, há muito tempo já estão excluídos da sociedade pela necessidade científica e moderna de viver.
Por fim, conclui-se que, não podemos perder o ser humano de vista, temos que viver o ser, sentir o humano, amar a pessoa, mas lembrar que ela é um ser individual, que mesmo assim necessita de um outro ser, outros seres, necessita de uma sociedade, de um círculo de amizades, necessita de direitos e entre esses, necessita de TERNURA.
O mundo pós-moderno em que vivemos nos faz esquecer de valores importantes, pois nos faz correr e agir, nos esquecendo assim que existem valores mais caros do que o de um bom carro, valores humanos que estão sendo perdidos no mundo, necessitamos de resgatar o fio da meada e recuperar o ser que existe em cada humano. Seja amável, mas não bobo, procure seus direitos, mas não esqueça o do outro, seja terno e deseje ternura, distribua alegria, mas acolha uma lágrima...
Um comentário:
Mai se possivel poderia me enviar algum link onde eu possa baixar o livro?
Pois não acho em lugar algum.
Obrigado
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